Por quê Duvido?
Desde os tempos dos apóstolos de Jesus Cristo, daquele timaço formado por São Tomé, São Pedro e Cia. até os tempos atuais, a palavra “duvido”, dependendo do ponto de vista do orador, recebe vários significados. Bom, pelo dicionário, achamos o seguinte:
Duvido
Verbo duvidar
do Lat. dubitare
v. tr.,
ter dúvida;
não saber, não acreditar;
v. int.,
hesitar;
vacilar;
estar em dúvida;
ser céptico;
desconfiar.
Mas os “Magos da Corneta” (corneteiro de plantão) conseguiram achar um novo significado para a palavra “Duvido” e tudo o que ela representa: “preguiça”.
Essa denotação de preguiça surgiu em meados dos anos 90 em Piracicaba-SP, onde 06 jovens destemidos quase-frequentadores da Escola de Engenharia de Piracicaba (Paulo, Tato, Gibão, Serginho, Junião e Pedrão), após vários e vários churrascos e atividades ilícitas regadas a álcool, começaram a ficar cansados de ficar levantando toda hora e sem parar, na intenção de pegar uma cerveja na geladeira.
Diz-se que você deve honrar tudo o que sua mãe ou seu pai batalharam por você e lhe ensinaram, ou seja, a educação (os princípios que vêm de casa). E, por essa linha podemos concluir que você é um “filho-da-mãe” e, ao mesmo tempo, devemos aplaudi-lo pois é uma pessoa educada.
Quando um grupo de amigos se reúne para tomar um monte de birra e a rodada de cerveja/birra acaba, o filho-da-mãe nessa hora se pergunta: “Será que eu fico quieto esperando que um tonto levante e pegue uma cerveja pra mim?” Ele decide isso, pensamento este que não é diferente de ninguém da roda. Bom, a sede vai aumentando até que um filho-da-mãe desesperado levanta e, como a educação é de praxe, pergunta aos outros: QUEM DUVIDA??
Ahhh, o côro do resto se faz em alto tom: EU DUVIDO!!
“Duvido”, sem dúvida, é uma palavra preguiçosa.
Duvido que você leu isto até aqui.
Um uta,
Tato